sexta-feira, 3 de junho de 2011

Meu Amor por Cachoeira do Mato, Bahia.

Eu tinha muita vontade de conhecer Cachoeira do Mato. Eu era criança e já ouvia falar em Cachoeira do Mato. Meus parentes saíam da região de Jequié e iam para Cachoeira do Mato em busca de terras férteis. Tinham que passar por Nanuque, Minas Gerais, por isso, alguns desviaram da rota, ao invés de irem para Cachoeira do Mato, Bahia, entravam para as matas da região do contestado, onde hoje é o norte do Espírito Santo, Montanha, Mucurici, Ponto Belo, Ecoporanga, etc. Mas muitos foram para Cachoeira do Mato mesmo. Assim, a família ficou divida, parte na região de Jequié, parte na região de Cachoeira do Mato, e parte no norte do Espírito Santo. Eu fiquei com a parte que foi para o Espírito Santo. Mas nos últimos anos Deus tem me concedido a graça de reencontrar meus parentes que vivem em Teixeira de Freitas, Medeiros Neto e Massaranduba. Em janeiro de 2008, estive nesses lugares, juntamente com meu irmão Hélio, mas não tive o privilégio de ir a Cachoeira do Mato, onde tenho parentes também, primos da segunda geração da família Elias, Luz e Pereira. Em Massaranduba, visitei meus primos Ricardo Elias, Nelson e Eduvirgens e seus familiares. Em Medeiros Neto, visitei minhas tias Maria e Joana, e muitos primos. Em Teixeira de Freitas, visitei minha prima Osvaldina e seus familiares, e também meu primo Antonio Manoel Pereira e sua família. E fui muito bem hospedado por minha prima Magnólia.

Mas em agosto de 2010 realizei o meu sonho de conhecer Cachoeira do Mato. Eu e minha esposa Adriana fizemos uma bela viagem para visitar nossos parentes em Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo. Passamos por Belo Horizonte, Teixeira de Freitas, Medeiros Neto, Cachoeira do Mato, Montanha, Mucurici, Ponto Belo, Itamira e Nova Venécia.

Tenho grande zelo pela memória dos meus antepassados, dos meus avós e bisavós que nasceram e morreram na Bahia, brasileiros de verdade, filhos da terra, filhos do Brasil. Tenho profundo amor à minha terra natal, meu povo, minha cultura sertaneja, caatingueira.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Igreja e Estado

Como cristãos, devemos orar sempre para que o Evangelho seja pregado no poder do Espírito Santo para que as pessoas se convertam e sejam transformadas.
A ética bíblica é para os crentes.
Deixa o mundo seguir o seu caminho.
Nós continuamos pregando o ideal, mas as autoridades civis precisam agir em cima do real, em cima da realidade.
Nós ensinamos que Jesus cura, mas se há pessoas enfermas as autoridades precisam tomar as providências.
Nós ensinamos de acordo com a Bíblia que o casamento deve ser entre pessoas de sexo oposto.
Mas se há pessoas do mesmo sexo convivendo como marido e mulher, as autoridades precisam tomar as providências.
Temos que entender isso, a Igreja trabalha com o ideal, o Estado trabalha com o real.
A Igreja apresenta o amor de Cristo aos pecadores para que eles se arrependam e sejam salvos.
O Estado define o que é crime e o que não é, e julga de acordo com as leis, condenando ou absolvendo.
O mundo jaz no maligno, preguemos o Evangelho e aguardemos a volta de Cristo.
Que o Estado prossiga cumprindo o seu papel, e que a Igreja prossiga cumprindo o seu.
Fraterno abraço!
Pr. Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Professor José Pereira Lins

O Professor José Pereira Lins faleceu dia 2 de maio de 2011 em Dourados, MS, onde residia. Era uma das mais importantes figuras dos Batistas do Mato Grosso do Sul, um diácono que era membro honorário da OPBB/MS.
Marcava sua presença em todos os Retiros dos Pastores no Acampamento Batista de Piraputanga, geralmente como preletor.
Ele era membro fundador da PIB de Dourados, MS.
Membro da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras e da Academia Evangélica de Letras do Brasil.
A Biblioteca do Seminário e Faculdade Teológica Batista Ana Wollerman em Dourados leva o seu nome, Biblioteca Professor José Pereira Lins.
Morreu no ano do Centenário dos Batistas do Mato Grosso do Sul, de cuja história ele fez parte por mais de 50 anos.
Que Deus conforte sua esposa, a irmã Isabel, filhos e netos!
Que Deus conforte o povo batista do Mato Grosso do Sul!
Fraterno abraço a todos!
Pr. Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

Fé e Finanças no Reino de Deus



Estou lendo o livro Fé e Finanças no Reino de Deus, de Loren Cunninghan, fundador da JOCUM - Jovens com uma missão.
No capitulo que tem como título: Quando as coisas não saem como esperamos, ele sugere 17 perguntas.
Ou seja, quando nossa vida financeira não está do jeito que nós gostaríamos que estivesse, devemos fazer as seguintes perguntas:
1. Estamos amando mais o dinheiro do que a Deus?
2. Estamos de fato realizando a vontade de Deus?
3. Temos alguma dívida?
4. Temos dado o dízimo?
5. Temos sido generosos?
6. Temos demonstrado gratidão a Deus por sua provisão?
7. Temos sido fiel no pouco?
8. Deixamos de obedecer a alguma ordem de Deus?
9. Já Pedimos a Deus para suprir nossas necessidades?
10. Em que estamos mais interessados: receber logo o suprimento de nossas necessidades ou aprender o que Deus tem a ensinar-nos?
11. Há "pecado no arraial"?
12. Não estaríamos colhendo os frutos de pecados do passado ou de decisões erradas que tomamos anteriormente?
13. Temos trabalhado diligentemente?
14. Não estaríamos usurpando a glória de Deus?
15. Estaremos alimentando um espírito de independência e orgulho?
16. Não estaríamos esperando mais das pessoas do que de Deus?
17. Será que o nosso problema é o medo do futuro?
Que as perguntas acima sirvam para nossa meditação.
Pr. Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

domingo, 1 de maio de 2011

Cerimonia Religiosa de Casamento

Da minha parte, qualquer pessoa que peça para eu pedir a bênção de Deus sobre seu casamento, desde que esteja casada no civil, eu não me oponho, desde que seja em lugar neutro, residência, clube, ginásio, etc.
No templo, desde que tenha autorização da assembleia da Igreja.
Para nós batistas, o casamento não é um sacramento da Igreja como ensina a Igreja Católica.
Pastor não realiza casamento, o casamento é uma união civil feita no cartório entre um homem e uma mulher.
Nós, os pastores, realizamos a cerimonia religiosa do casamento de pessoas que já estão casadas civilmente.
Cerimônia essa que é considera por alguns grupos cristãos como herança do paganismo, não da Bíblia.
O que encontramos na Bíblia é a realização de um ato público para que todo mundo fique sabendo que aquele homem pertence a aquela mulher e que aquela mulher pertence a aquele homem.
Creio mesmo que muitas pessoas que querem cerimônia religiosa, inclusive membros de igrejas, não estão pensando em primeiro lugar em bênção de Deus, estão pensando em um ábum fotográfico, um filme, um vídeo, para impressionar parentes e amigos, e deixar uma lembrança para filhos e netos.
Muitos noivos chegam mesmo a pedir ao pastor para falar pouco para não cansar seus convidados incrédulos, ou para não fazer calos nos pés da noiva que está usando calçados apertados.
Mas a cerimônia religiosa é uma grande oportunidade para o pastor ensinar o que a Bíblia diz sobre os deveres familiares do esposo e da esposa, e dos pais e dos filhos, levando todos os presentes a uma reflexão sobre o assunto.
Por isso, acho que o pastor não pode perder a oportunidade quando é convidado para realizar tal cerimônia.
É uma porta que abre para evangelização.
Aprendi isso com o Pr. Orivaldo Pimentel Lopoes, quando ele era pastor da PIB da Penha, em São Paulo, e eu era pastor da Igreja Batista do Belém na mesma região leste da capital paulista, há quase 40 anos.
Há poucos dias lhe perguntei se ele ainda defendia a mesma posição, e ele confirmou.
Fraterno abraço!
Pr. Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

CUMPRINDO UMA MISSÃO




A missionária Esther Ergas me deu uma missão: Escrever alguma coisa do coração sobre minha convivência com a Missionária Ana Wollerman. Tia Ester, como é conhecida entre os alunos do Seminário, disse que muita coisa já foi escrita sobre Dona Ana, mas ela queria que eu escrevesse algo que  partisse do coração, e não de pesquisas em livros.

É isto que vou procurar fazer neste modesto artigo. Primeiramente, quero salientar que Esther Ergas é a pessoa que mais conviveu com Ana Wollerman, tanto no Brasil, como nos Estados Unidos. Foi sua companheira inseparável.

A primeira vez que ouvi falar de Ana Wollerman, surgiu em minha mente um pensamento, uma comparação, Ana Wollerman é para o Mato Grosso (naquele tempo ainda não tinha sido criado o Mato Grosso do Sul) o que Rosely Appleby foi para Minas Gerais, ou seja, uma avivalista, uma mulher de oração.

Foi isso que constatei a partir de 1973, quando assumi o pastorado da Igreja Evangélica Batista de Ponta Porã. Eu tinha lido muito sobre avivamento espiritual, pois fui discípulo de Enéas Tognini. Percebi que o que estava ocorrendo no sul do Mato Grosso, região de Dourados, era um verdadeiro avivamento espiritual. Pessoas  se convertendo em grande quantidade, grandiosos encontros de jovens para louvor e oração, muitos jovens sendo vocacionados para o ministério, muita alegria, muito fervor espiritual, muito amor entre os irmãos. Era o ambiente que eu desejava para começar o meu ministério.

Logo tomei conhecimento de que tudo tinha começado quando alguns obreiros daquela região, liderados pela missionária, sentiram o desejo de clamar fervorosamente ao Senhor. Entre eles, estavam  a missionária Esther Ergas, o pastor Washinton Antenor de Souza, da PIB de Dourados, o evangelista Nelson Alves dos Santos e o diácono José Pereira Lins. Mais tarde, chegou também o pastor Williams Balaniuc para reforçar o grupo.

Foi em consequência desse avivamento que surgiu um Instituto de Férias, que em 1974 se transformou em Instituto Teológico Batista Ana Wollerman, e que hoje é uma Faculdade Teológica credenciada pelo MEC.

Durante o tempo em que estive em Ponta Porã, 1973 - 1987, servi ao Seminário como professor e como membro do Conselho Administrativo, ocupando algumas vezes a presidência. No início, os professores não recebiam salários, eram voluntários, mas não tinha salário maior do que o privilégio de conviver com aquele ser humano maravilhoso que era a querida missionária Ana Wollerman, e ouvir suas palavras de gratidão. Eu ficava emocionado quando ela dizia para mim:

- Como eu louvo a Deus pela vida do irmão!

Por sugestão dela, enquanto eu estava em Ponta Porã, fui convidado duas vezes para assumir a direção do Seminário. A primeira, quando o pastor Williams Balaniuc deixou a direção. A segunda, quando o professor Ivan Araújo Brandão saíu. Mas entendi que não era o momento de assumir.

Mais tarde, em 1989, quando eu estava pastoreando a Igreja Batista do Bairro do Limão, em São Paulo, e ela já estava aposentada nos Estados Unidos, veio o terceiro convite. Aí, fui exortado pelo meu irmão Abel Pereira de Oliveira a aceitá-lo. Ele disse:

- Rapaz, quando Deus fala pela terceira vez o negócio não é brincadeira!

Deixei a Igreja Batista do Bairro do Limão e o curso de Pedagogia na USP, e fui assumir a reitoria do Seminário num período de crise, quando a torneira estava fechada, e os dólares não estavam vindo dos Estados Unidos. Mas graças a Deus a confiança foi restabelecida, a torneira se abriu, e, num período de três anos, construímos a capela e a biblioteca.

Dona Ana ajudou financeiramente muita gente. Eu fui ajudado por ela a participar da Campanha Evangelística promovida pela nossa Junta de Missões Mundiais em Portugal e na Espanha, em 1984. A ajuda dela foi fundamental para minha participação.

Louvado seja Deus por tudo!

Pr. Adriano Pereira de Oliveira

quinta-feira, 7 de abril de 2011

FUJA DO PEFEMERRÊ

 

 

A mensagem abaixo foi escrita dia 4 de julho de 2010.

FUJA DO PEFEMERRÊ

O QUE É O PEFEMERRÊ?
QUANDO EU APRENDI O ALFABETO NO INTERIOR DA BAHIA, O "F" ERA FÊ, O "G" ERA GUÊ, O "J" ERA JI, O "L" ERA LÊ, O "M" ERA MÊ, O "N" ERA NÊ, O "R" ERA RÊ, E O "S" ERA SI.
ENTÃO, "PEFEMERRÊ" É O PARTIDO DA FOFOCA, DA MURMURAÇÃO E DA REBELIÃO - PFMR.
ESSE PARTIDO SEMPRE EXISTIU E TEM CAUSADO ESTRAGOS EM MUITOS LUGARES.
ESSE FOI O PARTIDO DE NADABE E ABIÚ QUE OFERECERAM FOGO ESTRANHO NO ALTAR. LEVÍTICOS 10.
ESSE FOI O PARTIDO NO QUAL MIRIÃ E ARÃO MILITARAM POR POUCO TEMPO E QUE LEVOU MIRIÃ A FICAR LEPROSA. NÚMEROS 12.1-16.
ESSE FOI O PARTIDO QUE FEZ UMA GERAÇÃO INTEIRA PERDER A BÊNÇÃO DE ENTRAR NA TERRA PROMETIDA. NÚMEROS 14.26-45.
ESSE FOI O PARTIDO DE CORÉ, DATÃ E ABIRÃO. NÚMEROS 16.1-35.
ESSE FOI O PARTIDO DOS QUE FORAM PICADOS PELAS SERPENTES NO DESERTO. NÚMEROS 21.4-9.
ESSE FOI O PARTIDO QUE LEVOU ARÃO A FABRICAR O BEZERRO DE OURO. ÊXODO 32.1-35.
ESSE PARTIDO SÓ TROUXE MALDIÇÃO E DERROTA PARA SEUS SEGUIDORES.
ESSE PARTIDO TEM CAUSADO MUITO ESTRAGO NO LAR, NA IGREJA, NA ESCOLA, NO TRABALHO, NA POLÍTICA, E NA SOCIEDADE EM GERAL.
VOCÊ GOSTARIA DE PERTENCER A UM PARTIDO ASSIM?
ABRAÇOS A TODOS!!!!!!!!!!!!!!!
PR. ADRIANO PEREIRA DE OLIVEIRA,  4 DE JUNHO DE 2010.