O compromisso deste Blog é com a verdade, sem partidarismo e sem sectarismo. Jornalistas Responsáveis: Adriano Pereira de Oliveira, DRT-67831SP. Adriana Rodrigues de Oliveira, DRT-68734SP. Um baiano de Jequié e uma paulista de Piedade, com Jesus de Nazaré, divulgando a verdade. E-mail: pastordri@gmail.com
domingo, 23 de março de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Histórico do agendamento de uma consulta médica.
No dia 08 de abril de 2013, estive no
AME em Itapetininga, SP, para uma consulta com um médico especialista. Ele disse
que eu estava bem, mas que precisava de um acompanhamento de 6 em 6 meses. Deu-me
uma folha com as indicações dos exames necessários para o retorno para eu
entregar no Posto de Saúde de minha cidade, Tapiraí, SP.
Chegando a Tapiraí fui direto ao
Posto de Saúde. Recebi a orientação de que era para eu ficar com a folha e que
a entregasse quando estivesse aproximando os 6 meses, ou seja, 08 de outubro de
2013.
No mês de agosto de 2013, retornei ao
Posto de Saúde, pedi para agendar os exames e a consulta de retorno ao AME.
Fui informado de que primeiro eu precisava fazer os exames para depois agendar o
dia da consulta para não correr o risco de a consulta ser marcada para um dia
antes de sair o resultado dos exames.
Os exames foram agendados para o dia
02 de setembro de 2013. Com o resultado dos exames em mãos, voltei ao setor de
agendamento e pedi para agendar a minha consulta de retorno ao médico em
Itapetininga, conforme ele havia pedido por escrito. Recebi a informação de que
agora que eu tinha o resultado dos exames, eu precisava agendar uma consulta com o
médico do Posto de Saúde para ele pedir que a minha consulta fosse agendada com
o especialista de Itapetininga.
Agendei uma consulta com o médico do
Posto de Saúde de Tapiraí para o dia 24 de setembro de 2013. Compareci à
consulta marcada, ele me forneceu um papel autorizando que fosse agendada uma
consulta para mim com o especialista em Itapetininga. Entreguei o papel no setor
encarregado de agendar consultas com especialistas e voltei para minha
casa.
Depois de alguns dias, voltei ao
Posto de Saúde e perguntei se a minha consulta de retorno ao especialista havia
sido marcada. Recebi a informação de que ainda não havia sido marcada, e que
quando fosse marcada, eu seria avisado por telefone.
Como até o dia 06 de janeiro de 2014,
eu não tinha recebido nenhum telefonema, levei o assunto ao conhecimento do
Senhor Prefeito Municipal de Tapiraí, através de e-mail.
No dia 07 de janeiro de 2014, recebi
um telefonema de uma funcionária do Posto de Saúde avisando-me de que havia uma
consulta agendada para mim, e que eu fosse lá para buscar a guia.
Fui lá e busquei a guia, na qual
verifiquei que no dia 11 de dezembro de 2013, um funcionário entrou no sistema e
agendou a minha consulta para o dia 20 de janeiro de 2014. Como eu não estarei
em Tapiraí naquele dia, telefonei hoje, 08 de janeiro de 2014, para o número
0xx15-3272-6509, que consta na guia, em Itapetininga, e falei com uma funcionária, a
qual me disse que não era possível alterar a data. A única coisa que ela podia
fazer era cancelar a consulta. E assim foi feito. Se eu quiser retornar ao
especialista do SUS em Itapetininga depois das minhas férias, terei que começar
tudo de novo no Posto de Saúde em Tapiraí, SP.
Obrigado, Senhor
Prefeito!
Louvado seja Deus que me tem
conservado vivo até aqui!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
A presença de Deus no sorriso de uma criança.
Hoje, sexta-feira, 03 de janeiro de 2014, às 8:00
horas da manhã, aconteceu um fato interessante enquanto eu, sozinho, lia o
capítulo quatro do Evangelho de Marcos no Coreto da Praça da Rodoviária em
Tapiraí, SP.
Uma menininha de cerca de sete anos de idade deixou
sua mãe na Rodoviária, caminhou pela praça, subiu no Coreto, deu um sorriso para
mim, depois chegou bem juntinho de mim, encostou o dedinho na sacola onde eu
carrego a Bíblia e o megafone, que estava pendurada no meu ombro, e em
seguida voltou para junto de sua mãe.
Recebi a visita daquela criaturinha como se fosse a
visita de um anjo de Deus me confortando e trazendo um recado para mim, dizendo:
"Meu servo, você não está só, Eu estou aqui, continue firme!".
Gostaria muito que os discípulos de Cristo em
Tapiraí e Piedade, onde leio a Bíblia todos os dias, tivessem a mesma
disposição e coragem que teve aquela criancinha.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Contribuição para o resgate de uma bela história.
Sei que há pessoas que devem saber muito
mais do que eu sobre a história da Educação Teológica em Mato Grosso e Mato
Grosso do Sul.
Quando cheguei lá em 1973, havia dois
grandes líderes entre os batistas, Jonathan de Oliveira e Williams Balaniuc,
pessoas que amo e respeito.
Mas quero escrever resumidamente, sem
anotações, o que guardo em minha mente sobre o
assunto.
A primeira notícia que li sobre a Educação
Teológica no Mato Grosso se encontra num Livro de Atas da Primeira Igreja
Batista de Ponta Porã, MS, onde está escrito que na década de 1940 funcionou nas
dependências daquela Igreja um curso teológico ligado ao Seminário Teológico
Batista do Sul do Brasil e coordenado pelo Missionário John
Riffey.
O curso era oferecido de maneira intensiva,
em regime de internato, o qual era dirigido pelo pastor Valdir Vilarinho e sua
esposa Candinha.
Entre os alunos daquele curso estava o
índio Adriano Ferreira que foi pastor por muito tempo na região de
Corumbá.
Infelizmente, um dos Livros de Atas daquela
Igreja daquela década estava desaparecido quando lá estive como pastor entre
1973 e 1987. Não sei se já foi encontrado.
A segunda notícia que tenho sobre a
Educação Teológica no Mato Grosso é sobre o Instituto Teológico Batista do Oeste
que funcionou em Campo Grande nas décadas de 1950 e 1960 onde se destacou como
diretor o baiano Gutenberg Rodrigues Silva.
Em seguida, começou a funcionar um
Instituto de Férias nas dependências do Colégio Osvaldo Cruz em Dourados, o qual
foi o ponto de partida para a criação do Instituto Teológico Batista Ana
Wollerman no ano de 1974.
Quero aqui lembrar que o homem forte que
esteve ao lado da Missionária Ana Wollerman naquele momento inicial da história
e que foi o responsável pela administração da instituição e construção de quase
todos os edifícios tanto do Instituto como do Seminário Ana Wollerman foi o
pastor Williams Balaniuc, que foi auxiliado e depois sucedido pelo professor
Ivan Araújo Brandão, que deu continuidade ao período de expansão patrimonial.
Somente a Capela e a Biblioteca não foram construídas por eles, as quais foram
construídas na gestão do escritor destas linhas.
Em 11 de outubro de 1977 foi criado o
estado do Mato Grosso do Sul, tendo Campo Grande como capital, mas a Convenção
Batista do Mato Grosso, que já tinha sua sede em Campo Grande, continuou uma só
para os dois estados até 1979 quando em uma assembleia em Cáceres foi criada a
Convenção Batista Centro América, com sede em Cuiabá, para congregar as igrejas
batistas do Mato Grosso, ficando o novo estado com velha
Convenção.
Foi naquela assembleia em Cáceres que foi
criada a Faculdade Teológica Batista do Oeste do Brasil, com sede em Campo
Grande, cujo nome foi escolhido através de pesquisa para resgatar a história do
antigo Instituto Teológico Batista do Oeste.
O relator do Grupo de Trabalho que criou a
FTBOB foi o autor destas linhas que tinha em mente uma instituição semelhante à
Faculdade Teológica Batista de São Paulo, de onde procedia, com uma estrutura
leve, de baixo custo, com curso noturno, diferentemente do pensamento de muitos
que procediam do Seminário Teológico Batista Sul Brasil que tinha uma estrutura
pesada com sistema de internato.
O diretor do Grupo de Trabalho foi eleito
naquela assembleia em Cáceres para ser o primeiro diretor da FTBOB, o qual fez
todos os preparativos para o início das aulas.
Entre os projetos apresentados pelo diretor
ao Conselho Administrativo estava o Projeto Sunamita que consistia em sugerir
aos crentes batistas residentes em Campo Grande que construíssem em suas casas
um quartinho para o homem de Deus, o seminarista, no qual deveria ter uma cama,
uma mesa, uma cadeira e um candeeiro (uma lâmpada), plano esse que não teve a
devida consideração do Conselho Administrativo.
Finalmente, a disputa entre o sul e o
centro, entre Dourados e Campo Grande, levou o diretor a renunciar, mas não fez
com que ele perdesse o amor pela educação teológica no Mato Grosso do
Sul.
E ela disse a seu marido: Eis
que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de
Deus.
Façamos-lhe, pois, um pequeno
quarto junto ao muro, e ali lhe ponhamos uma cama, uma mesa, uma cadeira e um
candeeiro; e há de ser que, vindo ele a nós, para ali se
recolherá.
2 Reis 4:9-10
2 Reis 4:9-10
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
domingo, 22 de dezembro de 2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
Educação Teológica no Mato Grosso do Sul.
Nossa viagem a Dourados para
participar do Culto em Memória da Missionária Ana Wollerman dia 13 de dezembro
de 2013 foi muito proveitosa.
Tivemos oportunidade de rever grandes
amigos e companheiros na obra de educação teológica no Mato Grosso do
Sul.
Entre eles, o professor Ivan Araújo
Brandão, atual presidente da Convenção Batista Sul-Mato-Grossense, que, sem
sombra de dúvida, exerceu um papel muito importante na educação teológica em
terras sul-mato-grossenses.
Na década de 1970, recém chegado do
Rio de Janeiro, onde tinha concluído os cursos de Pedagogia e Teologia, tendo
inclusive trabalhado com o famoso educador batista José Luciano Lopes, de quem é
grande admirador, o professor Ivan se envolveu
de corpo e alma na obra educacional batista. Foi professor e reitor no Seminário
Ana Wollerman, em Dourados. Nesse mesmo tempo,
assumiu a presidência da antiga Junta de Educação Teológica do Mato Grosso,
antes da criação do estado do Mato Grosso do Sul, e tomou a iniciativa
de nomear o grupo de trabalho que criou a Faculdade Teológica Batista do Oeste
do Brasil, com séde em Campo Grande, cujo relator foi o escritor destas
linhas.
Dito isto, creio que a providência
divina colocou o professor Ivan Araújo Brandão na presidência da Convenção
Batista Sul-Mato-Grossense no presente momento para ajudar a encontrar novos
caminhos para a educação teológica no Mato Grosso do Sul.
O que vi e senti em Dourados me
deixou com muita esperança. O que parece um fracasso pode vir a ser a semente de
um grande sucesso. A Faculdade Teológica Batista Ana Wollerman está pedindo o
descredenciamento do MEC. Quer voltar à simplicidade e espiritualidade do
passado. Quer de fato honrar à memória da Missionária Ana Wollerman que com
muita relutância aceitou que o nome dela fosse colocado na instituição porque
ela não tinha filhos, nem sobrinhos, nem parente algum para continuar carregando
o nome Wollerman.
Os ex-alunos e alunos com quem tive
contato estão com essa mesma esperança. Então, o momento é agora. É hora de unir
as forças para que o Mato Grosso do Sul volte aos trilhos na obra de educação
teológica.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Calespo.
O que é o
Calespo?
Calespo é o grupo dos descendentes de Leonardo José
da Luz e Josefa Maria da Encarnação e seus filhos Antonio José da Luz, João José
da Luz, Alexandrina Maria da Encarnação, Silvéria Maria da Encarnação, Felipa
Maria da Encarnação e Gina Maria da Encarnação.
Alexandrina Maria da Encarnação foi esposa de João Elias Sampaio.
Silvéria Maria da Encarnação foi esposa de José Manoel de Oliveira.
Felipa Maria da Encarnação foi esposa de Antonio Inácio Pereira, filho de Vitório Inácio Pereira e Escolástica Ferreira Campos (uma índia).
Gina Maria da Encarnação foi esposa de Marcos Pereira.
Alexandrina Maria da Encarnação foi esposa de João Elias Sampaio.
Silvéria Maria da Encarnação foi esposa de José Manoel de Oliveira.
Felipa Maria da Encarnação foi esposa de Antonio Inácio Pereira, filho de Vitório Inácio Pereira e Escolástica Ferreira Campos (uma índia).
Gina Maria da Encarnação foi esposa de Marcos Pereira.
Todas essas
pessoas viveram e morreram na região de Jequié, Manoel Vitorino e Boa Nova,
Bahia, onde vivem ainda muitos dos seus descendentes, mas os outros, a maioria,
está espalhada por diversos estados do Brasil, e alguns estão nos Estados Unidos
e na Inglaterra.
Calespo é a
junção das letras iniciais de Campos, Luz, Elias, Sampaio, Pereira e Oliveira,
que são descendentes de Leonardo José da Luz e Josefa Maria da
Encarnação.
O grupo
CALESPO foi criado por Adriano Pereira de Oliveiira, filho de Casimiro José de
Oliveira e Vitória Maria da Encarnação, neto de Antonio Inácio Pereira e Felipa
Maria da Encarnação, e de Brígido José de Oliveira e Jovenalina Ferreira Campos,
bisneto de Vitório Inácio Pereira e Escolástica Ferreira Campos, e de José
Manoel de Oliveira e Silvéria Maria da Encarnação, e trisneto de Leonardo José
da Luz e Josefa Maria da Encarnação.
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