O compromisso deste Blog é com a verdade, sem partidarismo e sem sectarismo. Jornalistas Responsáveis: Adriano Pereira de Oliveira, DRT-67831SP. Adriana Rodrigues de Oliveira, DRT-68734SP. Um baiano de Jequié e uma paulista de Piedade, com Jesus de Nazaré, divulgando a verdade. E-mail: pastordri@gmail.com
sábado, 30 de agosto de 2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
O sistema proporcional e a hipocrisia dos candidatos.
O sistema adotado no
Brasil para a eleição de vereadores, deputados estaduais e deputados federais é
o sistema proporcional onde as cadeiras nas casas legislativas municipais,
estaduais e federal são distribuídas proporcionalmente ao número de votos de
cada partido ou coligação.
Cada partido ou
coligação para eleger um candidato precisa primeiramente alcançar o quociente
eleitoral que é o número de votos válidos no município (eleição de vereador) ou
no estado (eleição de deputado) divido pelo número de cadeiras a serem
preenchidas.
Nesse sentido, todos
os candidatos do partido ou coligação precisam trabalhar unidos para
conseguirem atingir o quociente eleitoral porque sem ele ninguém será eleito
por mais bem votado que seja. Feito o quociente eleitoral, será eleito o mais
votado dentro do partido ou coligação, aproveitando os votos dos menos votados.
A vantagem desse
sistema é que cada candidato a vereador pode pedir votos para os eleitores do município
inteiro, e cada candidato a deputado estadual ou federal pode fazer campanha no
estado inteiro, ou seja, o eleitor pode votar em qualquer candidato a vereador
do seu município e em qualquer candidato a deputado estadual ou federal do seu
estado.
A desvantagem desse
sistema é que leva os dirigentes partidários e os candidatos a viverem numa
situação de hipocrisia, ou seja, a dizerem que todos são iguais, que não há
candidatos preferidos dentro do partido ou coligação, que não importa quem seja
o candidato eleito, que o importante é o partido ou coligação eleger o maior
número possível de vereadores ou deputados.
Não é verdade. Todo
dirigente partidário tem os seus preferidos. Todo candidato deseja chegar em
primeiro lugar para ser eleito com os votos dos outros. Temos uma dupla
situação, todos os candidatos de um partido são companheiros porque precisam
trabalhar unidos para conseguirem o quociente eleitoral, e são adversários
porque estão disputando uns com os outros para ver quem chega em primeiro
lugar.
Conclusão, os
adversários do candidato nas eleições proporcionais são os seus companheiros de
partido ou coligação. A disputa não é com os candidatos de outros partidos ou
coligações, mas com os companheiros de partido ou coligação.
Diferentemente do
sistema distrital, onde cada partido ou coligação tem um candidato em cada
distrito e onde cada candidato faz sua campanha dentro do seu próprio distrito
e só pode ser votado por eleitor daquele distrito, tendo como adversários os
candidatos de outros partidos ou coligações do mesmo distrito.
Adriano Pereira de
Oliveira, Estadual São Paulo 70223.
Adriana Rodrigues de Oliveira, Federal São Paulo 7023.
domingo, 24 de agosto de 2014
O Parlamentar Cristão é um Atalaia.
Desde que ouvi
o testemunho de um antigo vereador batista da cidade do Rio de Janeiro de nome
Dirceu Amaro, fiquei com a convicção de que o parlamentar cristão é acima de
tudo um atalaia, um vigia, uma pessoa que tem que estar atenta ao que está
acontecendo ao seu redor.
Dirceu Amaro
contou que uma vereadora, sua colega na Câmara Municipal do Rio de Janeiro,
apresentou um projeto pedindo a desapropriação do templo de uma igreja
evangélica porque entendia que estava numa área de interesse
público.
Segundo Dirceu
Amaro, o projeto foi aprovado em todas as comissões porque os vereadores tinham
medo daquela colega por causa da religião dela, eles tinham medo de serem
atingidos por alguma macumba dela, por algum
feitiço.
Dirceu Amaro
ficou orando durante todo o tempo em que aquele projeto circulou nas diversas
comissões pedindo que Deus desse uma solução para aquele caso. Ele não achava
justo que o templo de uma igreja evangélica fosse desapropriado pelo
município.
Quando o
referido projeto entrou na pauta de votação no plenário, Dirceu Amaro estava lá
atento orando a Deus e pedindo uma solução. O presidente da Câmara colocou o
projeto em votação, e disse:
- Os favoráveis
permaneçam como estão, e os contrários fiquem em
pé.
Dirceu Amaro
deu um pulo e ficou em pé imediatamente. Os outros vereadores se assustaram com
o pulo de Dirceu Amaro, e ficaram em pé junto com ele. Somente a autora do
projeto ficou sentada, e muito brava.
Faz tempo que
eu queria escrever este testemunho do Vereador Dirceu Amaro, mas hoje quando
ouvi o pronunciamento do Senador Magno Malta sobre a decisão do CONAD, Conselho
Nacional de Políticas Sobre Drogas, de não permitir que se fale sobre religião
nas Casas de Recuperação de Viciados, entendi que era o momento de escrever
porque o referido pronunciamento reforça minha tese de que o parlamentar cristão
é acima de tudo um atalaia.
Aproveito a
oportunidade para dizer que temos que tirar o chapéu para pessoas como Magno
Malta, Pastor Veloso e outros, que estão nos alertando constantemente, com
conhecimento de causa, sobre o problema das
drogas.
Adriano Pereira
de Oliveira
Candidato a
Deputado Estadual 70223, São Paulo, Brasil.
Adriana
Rodrigues de Oliveira
Candidata a Deputado Federal
7023, São Paulo, Brasil.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Jesus de Nazaré.
Jesus de
Nazaré!
Como é bom ser um seguidor de Jesus de Nazaré, um homem do povo, um homem que se
identificava com a sua cidade.
Creio que é por isso que eu tenho me
identificado ao longo do tempo com as cidades e bairros onde morei e
trablhei.
Já fui conhecido como Adriano de
Ponta Porã, Adriano do Bairro do Limão, Adriano do Bairro do Belém, Adriano de
Flórida Paulista, e agora sou Adriano de Tapiraí, o baiano de
Jequié.
Aleluia!
Louvado seja Deus por
tudo!
Em uma de minhas campanhas políticas,
eu estava muito alegre na rua distribuindo os meus "santinhos", que infelizmente
constava neles a palavra "pastor", Pastor Adriano, foi quando um cidadão que
estava com uma Bíblia debaixo do braço me disse uma palavra que me deixou muito
triste e abalado:
- Pastor? Onde já se viu pastor
envolvido com política? Jesus por acaso se envolveu com política?
Era o começo da noite, fui para casa
triste e abatido. Clamei ao Senhor. Orei. Chorei. Foi quando Jesus apareceu e
falou ao meu triste coração:
- Meu servo, eu sou Jesus de Nazaré! Por que será que eu sou conhecido como
Jesus de Nazaré? Era porque eu era um homem que amava
minha cidade, convivia com o povo de minha cidade, me interessava pelos assuntos
da minha cidade. Eu sou Jesus de
Nazaré.
Fiquei confortado. Fiquei alegre.
Levantei no dia seguinte e fui para a rua distribuir os meus
santinhos.
Obrigado, Jesus de
Nazaré!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
domingo, 20 de julho de 2014
Minha vida, da marinete à internet.
Dezoito de julho é uma data marcante em minha vida. Foi
no dia 18 de julho de 1959, sábado, que eu deixei o pequeno povoado de Itamira,
Município de Mucurici, Estado do Espírito Santo, onde morava juntamente com
quase toda a minha parentela, e vim para São Paulo. Itamira hoje pertence ao
Município de Ponto Belo. Eu tinha pouco mais de 16 anos de idade. Tomei a
marinete que fazia diariamente a linha Nova Venécia, ES - Nanuque, MG. Segui
para Nanuque, depois para Teófilo Otoni e Governador Valadares, e em seguida,
Rio de Janeiro e São Paulo.
Nasci no município de Jequié, na Bahia. Meu sonho desde
criança era vir para São Paulo. Com sete anos de idade fui levado por meus pais
para as matas do contestado, onde hoje é o norte do Espírito Santo. É lá que
fica Itamira, de onde eu saí, sozinho, com 16 anos de idade, para vir para São
Paulo.
A viagem foi emocionante, uma mistura de curiosidade e
medo.
Meu primeiro dia em São Paulo foi 21 de julho de 1959,
uma terça-feira. Desembarquei do trem na Estação do Norte, no Brás, e fui para a
casa de um conhecido na Freguesia do Ó. A primeira frase que ouvi do dono da
casa não foi nada animadora:
- "Meu filho, São Paulo é terra onde filho chora e pai
não vê.”
No dia seguinte, fui para a casa de um tio que eu não
conhecia. No dia 1º de agosto, dez dias depois da minha chegada, comecei a
trabalhar como office-boy numa multinacional
alemã.
Daí para frente, foi só trabalho e estudo. Tive oportunidade
de concluir quatro cursos superiores, Teologia, Filosofia, Pedagogia e Direito,
e duas especializações, Educação de Jovens e Adultos e Gestão Pública Municipal
(esta última, em fase de conclusão). Estou habilitado legalmente como pastor,
professor, orientador educacional, advogado e jornalista.
Casei, gerei filhos, e já tenho oito
netos.
Muitas
coisas aconteceram em minha vida. Morei em muitos lugares. Conheci muita gente.
Tive alegrias e tristezas. Sempre estudando e trabalhando na educação e na
evangelização em todos os lugares por onde passei, tais como, Ponta Porã e
Dourados, MS, Flórida Paulista, SP, e sobretudo em São Paulo, Capital.
Participei de Campanhas Evangelísticas em Portugal, Espanha, Chile e
Paraguai. Estou em Tapiraí, SP, desde o ano 2010, onde cuido de uma pequena
Igreja Batista e realizo a leitura pública das Sagradas Escrituras todos os
dias, através do Ministério Bíblia na Rua.
Assim foi a minha vida, da marinete à
internet.
Passados 55 anos desde que saí de Itamira, aos 71 anos
de idade, olho para trás e contemplo muitas lutas e vitórias. Neste ano de 2014,
sou candidato a deputado estadual, com o número 70223, e minha esposa, Adriana
Rodrigues de Oliveira, é candidata a deputada federal, com número 7023. Contamos
com suas orações e com seu voto para travarmos mais esta batalha com paz e
tranquilidade.
Obrigado, São Paulo!
Louvado seja Deus por
tudo!
Adriano Pereira de Oliveira, Estadual São Paulo
70223.
Adriana Rodrigues de Oliveira, Federal São Paulo 7023.
Adriana Rodrigues de Oliveira, Federal São Paulo 7023.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Charles Finney.
Senti
no meu coração o desejo de escrever sobre um acontecimento na vida de Charles
Finney que marcou muito a minha vida. Tenho repetido muitas vezes em minhas
mensagens ao longo dos meus 42 anos da pastorado em igrejas batistas da CBB.
Devo ter lido em algum dos livros do Pastor Enéas Tognini ou em outro livro sobre
avivamento espiritual. Não me lembro onde. Vou relatar com minhas próprias
palavras:
Segundo
o relato que li, Finney era um advogado, e participava da área da música, como
violinista, na igreja onde era membro. Sentindo-se descontente com sua
vida espiritual, vida fria, sem paz, sem alegria, sem poder do Espírito Santo,
um dia decidiu ir orar no mato até que sentisse paz e alegria em seu coração.
Foi
para meio da floresta e começou a orar, mas toda vez que o vento balançava uma
árvore, e uma folha caía, ele se levantava para ver se era alguém que estava
andando ali por perto. Estava com medo que alguém o visse ajoelhado no meio do mato
orando. O fato se repetiu por diversas vezes, ou seja, muitas vezes ele se
ajoelhou para orar e se levantou pensando que alguém estava se aproximando, mas
não era ninguém, ou era uma folha levada pelo vento ou era uma lagartixa que
corria.
Chegou
um momento em que ele disse, pensou consigo mesmo:
-
Eu, um miserável pecador, estou aqui para buscar a presença de um Deus Santo, e
estou com medo de que outro miserável pecador como eu me veja ajoelhado aos de
um Deus Santo? Agora vou me ajoelhar, e só me levantarei dos meus joelhos
quando a minha oração for ouvida. Pode o mundo cair ao meu redor que eu não me
levantarei.
Depois
de determinado tempo, sentiu paz em seu coração, entendeu que podia se levantar
e voltar para sua casa. Não aconteceu nada estranho, não falou em outras línguas,
não ouviu barulho nenhum, não viu fogo descer do céu, não viu brasas acesas no
meio da floresta, mas sabia que ele não era mais o mesmo, tinha paz e alegria
no seu coração.
Chegou
em sua casa, pegou o seu violino e começou a tocar aqueles hinos que ele sempre
tocava, aí ele percebeu que alguma coisa tinha acontecido com ele. O som
daquelas notas musicais, que antes não falava nada com, agora falava
profundamente ao seu coração. Ele tocava e chorava ao mesmo tempo.
Saiu
na rua e falou de Jesus para uma pessoa com quem ele já tinha falado diversas
vezes, sem qualquer resultado, e percebeu que aquela pessoa começou a chorar de
arrependimento. As palavras faladas eram as mesmas de sempre, mas o evangelista
não era o mesmo, antes era um homem vazio, sem alegria e sem paz, agora,
era um homem cheio de alegria e paz, agora, era um homem cheio do
Espírito Santo.
Entrego
este pequeno relato nas mãos de Deus.
Que
o Deus que visitou Finney no meio da floresta possa nos visitar também!
Abraços
a todos!
Adriano
Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.
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