segunda-feira, 9 de julho de 2012

O denominacionalismo religioso e o divórcio.

 
 
O denominacionalismo religioso é como o divórcio, é resultado da dureza do coração humano.
 
Deus permite, mas não é o desejo do seu coração.
 
Deus criou o casamento.
 
A dureza do coração humano criou o divórcio.
 
Deus criou a igreja.
 
A dureza do coração humano criou as denominações religiosas.
 
Abraços a todos.
 
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Dois de Julho.

Hino ao Dois de Julho, Hino Oficial da Bahia.
Hoje, dois de julho, é um dia muito especial para mim por dois motivos, é o dia da independência da Bahia, minha terra natal, e também é o dia da minha consagração pastoral.
Fui consagrado ao ministério pastoral dia 2 de julho de 1972, faz 40 anos hoje às 15:00 horas.
Salve a Bahia!
Louvado seja Deus por tudo!
No próximo sábado, 7 de julho, se Deus permitir, estaremos realizando um culto em ação de graças aqui em Tapiraí, SP.
Abraços a todos.
Adriano Pereira de Oliveira

quinta-feira, 28 de junho de 2012

O que mais precisamos hoje.

Para o avanço do reino de Deus:
Não precisamos de mais planos.
Não precisamos de mais dinheiro.
Não precisamos de mais congressos.
Não precisamos de mais métodos.
Não precisamos de mais estratégias.
Não precisamos de mais treinamento.
Não precisamos de mais movimentos disso ou daquilo.
O que mais precisamos é de mais vida.
O que mais precisamos é de vida abundante.
O que mais precisamos é de plenitude do Espírito Santo.
O que mais precisamos é fazer a única coisa que Jesus nos mandou fazer,  receber o poder do Espírito Santo e ser Sua testemunha por onde andarmos.
É o que estou pensando hoje, e não vou discutir.
Abraços para todos.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Missão Cumprida.

 
 
Sou um admirador de Sansão.
 
Olhando com os olhares de hoje, sua vida moral não foi exemplar.
 
Brincou com coisa séria.
 
Mas uma coisa é certa, ele nunca desistiu de sua vocação, e cumpriu o propósito para o qual foi chamado.
 
Foi preso, teve os olhos furados, ficou cego, mas não desistiu.
 
Concluíu o seu ministério de uma maneira gloriosa, cumpriu sua missão integralmente.
 
Sua missão era libertar Israel das mãos dos filisteus, e isso ele fez com muita garra e coragem, dando a sua própria vida.
 
"E disse, morra eu com os filisteus. E inclinou-se com força, e a casa caíu sobre os príncipes e sobre todo o povo que nela estava: e foram mais os que matou na sua morte do que os que matara na sua vida." Juízes 16.30.
 
Pr. Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
 

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pedro Manhães e o Calupo.

Calupo é o grupo da família Campos, Luz, Pereira e Oliveira, com origem na região de Jequié, Bahia.
 
Meu filho primogênito, Pedro Manhães de Oliveira, está completando 45 anos de idade hoje.
 
Tudo passa rapidamente, e nós voamos. Salmos 90.10.
 
Origem baiana de meus filhos Pedro, Claudio, Luciana e Ana Carolina:
 
Netos de Casimiro José de Oliveira e Vitória Maria da Encarnação, bisnetos de Brígido José de Oliveira e Jovenalina Ferreira Campos, e de Antonio Inácio Pereira e Felipa Maria da Encarnação, e trisnetos de José Manoel de Oliveira e Silvéria Maria da Encarnação, e de Leonardo José da Luz e Josepha Maria da Encarnação.
 
Louvo a Deus todos os dias pela vida dos meus filhos.
 
Algumas experiências vividas com o Pedro:
 
Em 1982, nós morávamos em Ponta Porã, MS, Pedro tinha 15 anos de idade, e eu tinha 39.
 
Eu fui candidato da deputado estadual.
 
Depois da apuração dos votos, constatada minha não eleição, eu e Pedro entramos na garagem da casa pastoral para tirar as propagandas do carro, deixamos a porta fechada para ninguém nos ver, e em seguida nos abraçamos e choramos juntos.
 
Em 1986, Pedro tinha 19 anos de idade, e já estava em São Paulo, e eu tinha 43. Fui candidato a deputado estadual novamente em Ponta Porã, MS. Pedro queria ir para lá para me ajudar na campanha, mas eu não deixei, chorei sozinho.
 
Hoje, Pedro está completando 45 anos de idade, e eu já completei 69 dia 25 de abril.
 
Estou aqui, meu filho, para rir e para chorar junto com você. Romanos 12.15.
 
Grande abraço!
 
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
 

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Comentários e Comentaristas.

 
Já que há Comentários da Bíblia que não são confiáveis em sua totalidade, o bom mesmo é evitar os comentários e comentaristas e simplesmente ler, reler e meditar na Palavra de Deus, pedindo a ajuda do Espírito Santo.
 
Alguns gostam de intimidar os pregadores com afirmações de que quem não examina muitos comentários e comentaristas ou que  não conseguem ler Grego e Hebraico não são bons pregadores.
 
Outros alegam que é preciso saber ler e entender Inglês, Alemão e outras linguas estrangeiras para poder preparar um bom sermão.
 
Eu continuo achando que é possível apresentar a mensagem da Palavra de Deus lendo a nossa Bíblia em Português, deixando os comentários como última opção, caso sejam necessários.
 
Os comentários e comentaristas nem sempre são objetivos, isentos de subjetivismos, por isso é preciso saber separar o que é objetivo e o que é subjetivo.
 
Isto vale também para os comentários que estou escrevendo aqui.
 
Sei que é importante saber outros idiomas e conhecer as línguas originais da Bíblia, e dou graças a Deus porque há e sempre houve pessoas com tais capacidades, e que foram usadas por Deus para traduzir a Bíblia para nós, tanto é que existem muitas versões na língua de Camões.
 
Louvado seja Deus por tudo!
 
Abraços a todos!
 
Pr. Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
 
 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Essa história você já contou.

Não há nada que entristeça mais uma pessoa idosa do que ouvir a frase "essa história você já contou".
Quem é que tem mais de 50 anos de idade que nunca ouviu essa frase?
Ela dói mais quando parte de filhos e netos.
Os idosos gostam de contar as mesmas histórias.
Para eles (nós) são sempre novas.
Sentimos um prazer tão grande em contar sempre as mesmas histórias, as histórias que nos marcaram, que não entendemos como alguém tem a coragem de desprezá-las, de não querer ouví-las.
Abraços a todos!
Pr. Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.