O compromisso deste Blog é com a verdade, sem partidarismo e sem sectarismo. Jornalistas Responsáveis: Adriano Pereira de Oliveira, DRT-67831SP. Adriana Rodrigues de Oliveira, DRT-68734SP. Um baiano de Jequié e uma paulista de Piedade, com Jesus de Nazaré, divulgando a verdade. E-mail: pastordri@gmail.com
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
terça-feira, 28 de novembro de 2017
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
quarta-feira, 2 de agosto de 2017
Desculpe-me, eu sou muito temperamental
Cheguei a São Paulo em 1959. Tinha 16 anos de idade. Sabia ler e escrever, mas não tinha qualquer diploma, nem do curso primário, que naquele tempo tinha a duração de quatro anos.
Pela misericórdia de Deus, fui trabalhar como office-boy numa multinacional alemã, onde o presidente e todos os diretores de departamentos eram alemães.
Algum tempo depois, fui escolhido para trabalhar na sala da secretária do presidente. A primeira coisa que eu fazia todos os dias pela manhã era pegar um espanador e entrar na sala do presidente para espanar o pó da mesa dele e da mesa de reuniões que ficava na mesma sala.
Um dia, enquanto eu fazia aquele trabalho diário, o espanador bateu com força num dos dois cinzeiros que estavam na mesa de reunião, o cinzeiro caiu e quebrou. Peguei outro, diferente, coloquei no lugar do que quebrou. Pensei que o presidente não ia notar.
Em seguida, ele chegou, deu o seu costumeiro bom dia e entrou para a sala dele. Não demorou muito, a campainha tocou, era o jeito que ele usava para me chamar. Eu entrei, ele perguntou pelo cinzeiro. Eu disse o que tinha acontecido. Ele me deu a maior bronca. Disse que era um cinzeiro de estimação que ele tinha trazido da Espanha. Eu saí da sala, triste e com sentimento de culpa.
Em seguida, a campainha tocou novamente. Eu pensei, lá vem mais bronca. Eu estava enganado. Ele me chamou para pedir desculpas. Ele disse: “Adriano, desculpe-me, eu sou muito temperamental”.
Nunca me esqueci desse fato. Não sei qual era a religião daquele homem. Não sei se era católico ou protestante. Nem mesmo sei se ele tinha alguma religião. Mas uma coisa eu sei, ele teve a grandeza de chamar um humilde office-boy para lhe pedir desculpas.
Parafraseando Jesus Cristo, eu digo, “Humildade assim, não encontrei nem entre aqueles que se dizem povo de Deus”.
Adriano Pereira de Oliveira.
Tapiraí, São Paulo, Brasil, 1 de agosto de 2017.
domingo, 9 de julho de 2017
A vontade de Deus é agradável e perfeita
Na manhã de domingo, nove de julho de 2017, eu acordei com um esboço de mensagem em minha mente, o qual quero oferecer a todos que dele possam tirar proveito:
Título: A BOA, AGRADÁVEL E PERFEITA VONTADE DE DEUS
Texto bíblico: Romanos 12.2
“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
Introdução:
A boa, agravável e perfeita vontade de Deus, em alguns casos, como aconteceu com Jesus, se torna muito dolorosa porque vem acompanhada de alguns ingredientes surpreendentes, tais como:
I – Um Judas para nos trair.
II – Um Pedro para nos negar.
III – Alguns amigos para nos abandonar.
Conclusão:
Mesmo quando a vontade de Deus vem acompanhada desses ingredientes surpreendentes, ela é sempre boa, agradável e perfeita em nossas vidas, ela traz o melhor para nós.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Pastor batista foi preso na África
Um dos privilégios que tivemos durante nossas férias neste mês de junho de 2017 foi o de participar da pregação do Pastor Eli Fernandes de Oliveira na Primeira Igreja Batista de Teófilo Otoni, Minas Gerais, dia 18, domingo pela manhã.
A referida Igreja é pastoreada pelo pastor André Anastácio do Nascimento que nos recebeu com muita gentileza!
Pastor Eli contou que em uma de suas viagens à África, depois de pregar em um pais que estava em guerra com o país vizinho, viajou justamente para o país adversário do primeiro.
Acontece que o primeiro país era apoiado pelos Estados Unidos da América do Norte, e o segundo era apoiado pela Rússia.
Quando desembarcou no segundo, foi tido como espião norte-americano e foi preso imediatamente.
Passou dois dias na prisão, mas quando examinaram seus documentos e perceberam que ele era pastor batista, disseram:
"Vamos soltar você porque quando nosso país estava precisando de remédios, os batistas mandaram remédios para nós, e quando nosso país estava precisando de alimentos, os batistas mandaram alimentos para nós; mas o senhor será acompanhado por um oficial do nosso exército enquanto estiver em nosso país."
As autoridades daquele país estavam se referindo a ajuda humanitária da Aliança Batista Mundial.
O pastor Eli contou esse fato quando se referia às prisões do Apóstolo Paulo, e concluiu dizendo que os seus dois dias de prisão na África não significavam nada diante dos grandes sofrimentos do Apóstolo Paulo.
Louvado seja Deus pela vida do pastor Eli Fernandes de Oliveira!
Abraços a todos!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.
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