segunda-feira, 16 de março de 2015

Provas da bondade de Deus em minha vida

Senti no meu coração o desejo de escrever o que estou escrevendo neste momento.

Deus sabe que eu tenho a maior vergonha de pedir qualquer coisa para mim a quem quer que seja.

Fico muito envergonhado quando fico em dificuldade financeira. Fico tão envergonhado que não tenho coragem de contar para ninguém.

Mas Deus tem mostrado a sua bondade para comigo nessa área através de algumas experiências.

Vou contar duas delas:

Primeira: Certa ocasião, no início do meu ministério, há cerca de 40 anos, chegou um amigo em minha casa, meio constrangido, meio sem jeito, e me falou o seguinte:

- Adriano, você me desculpe, não sei se você está precisando de alguma coisa, mas eu tenho que fazer porque foi Deus que mandou.

E continuou:

 – Eu tinha um dinheiro para receber, que eu já considerava como perdido, mas orei ao Senhor sobre o assunto, e Ele me disse: Você vai receber, mas quando receber não se esqueça de levar um pouco para o Adriano.

E ainda meio constrangido, enfiou a mão no bolso, tirou certa quantia em dinheiro e me entregou.

Confesso que não estava passando por nenhuma necessidade financeira naquele momento, assim como não estou agora.

Segunda: Quando eu era pastor em Ponta Porã, MS, chegou uma senhora idosa em minha casa e me disse o seguinte:

- Pastor, eu não sei se sonhei ou se tive uma visão, mas eu tinha um inquilino que saiu da minha casa sem me pagar o aluguel, e eu pedi a Deus que tocasse no coração dele para que ele me pagasse, e Deus me disse, não sei se era um sonho ou uma visão, mas Deus me disse que o homem ia me pagar, mas quando eu recebesse era para trazer um pouco para o senhor.

E me entregou certa quantia em dinheiro, com a seguinte advertência:

- Mas é para o senhor, não é para a Igreja, porque Deus me mandou dar o dinheiro para o pastor, não foi para a Igreja.

Louvado seja Deus por tudo!

Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Fatos marcantes na família Calespo


Meu tio João Oliveira, neto de Leonardo José da Luz e Josefa Maria da Encarnação, ficou viúvo, e casou com a filha de um viúvo chamado Justino, que também se casou com uma filha de meu tio João Oliveira. Cada um era genro e sogro do outro. E os filhos que nasceram desses casamentos eram netos e cunhados de cada um deles. Mais tarde, um filho de Justino se casou também com outra filha de meu tio João Oliveira, e passou a ser genro e cunhado dele, e concunhado do próprio pai.

Ostiliano José da Luz, neto de Leonardo José Luz, ficou viúvo, e casou com Maria, irmã de Elpídio José de Oliveira, bisneto de Leonardo José da Luz. Elpídio, por vez, se casou com Maria, filha de Ostiliano. Sendo assim, Elpídio ficou sendo genro e cunhado de Ostiliano, e Ostiliano era sogro e cunhado de Elpídio. Os descendentes deles estão aqui no Calespo.

Chama a atenção também o fato de cinco filhos de Brígido José de Oliveira terem se casado com cinco primas, filhas de Marciano José de Oliveira. Brígido e Marciano eram irmãos, filhos de José Manoel de Oliveira e Silvéria Maria da Encarnação, e netos de Leonardo José da Luz e Josefa Maria da Encarnação. Vamos aos casamentos: João casou com Antonia, Jorge casou com Teodora, Domingos casou com Maria, Manoel casou com Constantina, e Casimiro casou com Francisca.

Casimiro tinha se casado antes com sua prima Vitória, filha de Antonio Inácio Pereira e Felipa Maria da Encarnação. Ela faleceu nova. Ele ficou viúvo, e casou com Francisca, a caçula de Marciano. O autor destas linhas é filho de Casimiro e Vitória.
Vale a pena ler a história que foi publicada por mim dia 03 de agosto de 2009 no link seguinte:
http://pastordri.zip.net/arch2009-08-01_2009-08-31.html

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Maria Joaquina e a Imagem de Santo Antônio



Esta história me foi contada no ano de 1977 por meu tio Cecílio Pereira, e confirmada por meu tio João Oliveira.
Naquele ano, eu fui à Bahia, depois de 27 anos. Saí de lá com sete anos de idade em 1950, e nunca mais tinha voltado lá. Foi uma grande emoção para mim. Minha avó Felipa, mãe de tio Cecílio e de minha mãe, já tinha falecido. Meu avô Antônio Inácio Pereira, marido de Felipa, tinha falecido antes de 1950.
Com o falecimento de minha avó Felipa, surgiu um problema: Quem ficaria com a imagem de Santo Antônio que pertencia ao meu falecido avô Antônio Inácio Pereira desde a sua infância? Ele foi casado duas vezes, e tinha descendentes de ambos os casamentos.
Segundo tio Cecílio me informou naquela ocasião, a solução encontrada foi deixar a imagem dentro do oratório de meu avô que está na capela do Cemitério do Coqueiro até hoje. O oratório, porque quanto à imagem há dúvidas, uma vez que era banhada a ouro.
Mas que tem a ver a imagem de Santo Antônio com Maria Joaquina? Quem é Maria Joaquina?
Vamos à história. No começo do século XIX, provavelmente antes da Independência do Brasil, no sertão baiano, um casal foi trabalhar na roça e deixou uma filha pequena tomando conta da casa. Passou um homem e levou a menina e a imagem de Santo Antônio que pertencia à família. Viajou o dia todo por aquele sertão com a menina e a imagem de Santo Antônio até chegar ao fim do dia à casa de um fazendeiro da família Coelho onde pediu pousada, dizendo que a menina era sua filha.
O fazendeiro deu pouso para o homem num dos quartos da casa e levou a menina para dentro para dormir junto com suas filhas. Durante a noite, a menina contou para as filhas do dono da casa que aquele homem que estava com ela não era seu pai, e que ela tinha sido roubada da casa dela junto com a imagem de Santo Antônio.
No dia seguinte, quando o homem falou com o dono da casa para trazer sua filha porque ele queria prosseguir a viagem, o fazendeiro lhe disse que já estava sabendo que a menina não era filha dele e que a imagem de Santo Antônio também não lhe pertencia, que ele prosseguisse sua viagem, mas que a menina e a imagem de Santo Antônio ficariam ali.
A menina, que se chamava Maria Joaquina, permaneceu na casa do fazendeiro. Depois de muito tempo, quando ela já era uma moça feita, houve um casamento de um dos filhos do dono da casa. A noiva, que naquele tempo não tinha qualquer intimidade com o noivo antes do casamento, ficou com medo do contato com o noivo na primeira noite. Maria Joaquina, que tinha sido criada na mesma casa junto com o noivo, foi para o quarto junto com a noiva para tentar acalmá-la para receber o noivo, ou marido. A noiva ficou tão calma que dormiu. Quando o noivo entrou, quem estava acordada era Maria Joaquina, que acabou mantendo um relacionamento sexual com ele.
Em virtude disso, ela ficou sendo a segunda esposa dele, com quem teve muitos filhos e filhas. Uma de suas filhas se casou com Vitório Inácio Pereira, com quem teve um único filho, porque faleceu no parto dele. O filho é Antônio Inácio Pereira, meu avô materno, que foi criado por sua avó Maria Joaquina, da qual cuidou até o fim.
Vitório Inácio Pereira, meu bisavô materno, tendo ficado viúvo bem jovem, se casou com a índia Escolástica Ferreira Campos, com quem teve muitos filhos e filhas, inclusive minha avó paterna, Jovenalina Ferreira Campos. Sendo assim, ele é meu bisavô materno e paterno. Todos que assinam Pereira Campos ou Campos Pereira são descendentes de Vitório Inácio Pereira e Escolástica Ferreira Campos.
Muito bem, depois que fiquei sabendo a história de Maria Joaquina e da imagem de Santo Antônio, contada por tio Cecílio em 1977, na Bahia, fui para o Estado do Espírito Santo conferir com meu tio João Oliveira, irmão de meu avô Brígido, que era um homem muito bem informado. Cheguei para ele e perguntei:
- Meu tio João, o senhor já ouviu falar numa tal de Maria Joaquina?
Ele me respondeu com outra pergunta:
- Aquela que tomou o marido da outra na noite do casamento?
E ainda acrescentou mais alguns detalhes.
Pronto. Confirmado. Maria Joaquina é minha trisavó materna.
Mas naquele tempo, eu não fiquei sabendo o primeiro nome do homem da família Coelho que foi marido de Maria Joaquina, e nem o nome da filha dela que se casou com Vitório Inácio Pereira, de cujo casamento nasceu meu avô Antonio Inácio Pereira, pai de minha mãe.
Em janeiro de 2014 e junho de 2015, em conversa com meu primo Cunegundes Inácio Pereira e sua irmã Paulina, que moram em Manoel Vitorino, Bahia, e são filhos de Manoel Inácio Pereira (irmão por parte de pai de meu avô Antonio) e Francisca Xavier da Costa, tive maiores informações sobre o assunto.
Eles me informaram que também são descendentes de Maria Joaquina porque a mãe deles, Francisca, era filha de Gina, a qual era irmã da mãe de meu avô Antonio Inácio Pereira, que se chamava Ana, e que o pai de ambas era Antonio Coelho.
Gina foi casada com Cunegundes Xavier da Costa, com quem teve filhos e filhas, e Ana se casou com Vitório Inácio Pereira, de cujo casamento nasceu um único filho, Antonio Inácio Pereira, meu avô materno, pois ela faleceu durante o parto do mesmo.
Conclusão: Sou tri neto de Antonio Coelho e Maria Joaquina, e bisneto de Vitório Inácio Pereira e Ana Coelho.

Adriano Pereira de Oliveira, trineto de Maria Joaquina.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Ministério Bíblia na Rua

Em novembro de 2012, senti em meu coração o desejo começar a leitura da Bíblia na Rua. Comuniquei o meu desejo aos pastores de Tapiraí, SP, e pedi o apoio. Todos gostaram da ideia. Mas não se dispuseram a estar ao meu lado lendo a Bíblia na Rua.

Comecei lendo a Bíblia em Tapiraí, Piedade, Sorocaba e São Paulo, com a ajuda de alguns irmãos, principalmente minha esposa Adriana.

Atualmente, estou lendo a Bíblia todos os dias, de segunda a sexta-feira, às 08:00 horas da manha, na Praça da Rodoviária em Tapiraí, SP, e às 18:00 horas em Piedade, menos quarta-feira.

Em Tapiraí, conto com o apoio de duas irmãs da Igreja Batista, e em Piedade conto sempre com o apoio de minha esposa.

Estamos encerrando a leitura este ano no próximo dia 05/12/2014. Vamos tirar férias. Pretendemos retornar com a leitura da Bíblia na Rua em janeiro de 2015. Estamos pedindo a Deus que levante pelo menos dois homens em Tapiraí e dois em Piedade para que estejam ao nosso lado durante a leitura da Bíblia na Rua. Homens que acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus e que vale a pena lê-la na Rua. Se Deus tocar em seu coração, entre em contato comigo.

Que Deus abençoe a todos!

Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Palavras que incentivam

Gosto de contar histórias.

Mencionei hoje o nome do pastor Albino Ferraz, e disse que ele foi o primeiro bacharel em música sacra do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.

Mas como foi que tudo começou?

Ouvi dos lábios dele esta história.

Ele era um garoto, membro da Igreja Batista em Amambai, antigo Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul. 

Chegou o dia de eleger a nova diretoria para o ano seguinte. O missionário norte-americano que era o pastor da Igreja disse, com aquele sotaque que todos conhecemos:

- O irmão Albino será o nosso organista.

O garoto Albino se encolheu todo no banco onde estava sentado e disse:

- Pastor, eu só sei tocar um hino!

O missionário respondeu de lá da frente, com voz bem alta para que todos ouvissem:

- Sabe mais do que todo mundo!

Pronto. 

Assim começou a carreira de um dos mais brilhantes músicos batistas do Brasil, o primeiro bacharel em Música Sacra do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.

Palavras que incentivam! Como precisamos delas!

Adriano Pereira de Oliveira
Tapiraí, SP, 28 de novembro de 2014.

 

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A solução é fazer tendas

O artigo abaixo foi escrito por mim, a pedido do Pr. Valtair Miranda, e foi publicado na Revista Administração Eclesiástica do terceiro trimestre de 2009.
Naquela ocasião, eu era pastor da Igreja Batista de Flórida Paulista, SP.


SUSTENTO PASTORAL, QUAL A SOLUÇÃO?

Deus continua a chamar pessoas de ambos os sexos para dedicarem suas vidas ao Santo Ministério da Palavra. Com a chamada vem o desafio da preparação e do sustento.

No que se refere à preparação, hoje está mais fácil do que antigamente. Além de haver cursos preparatórios em diversos lugares, há ainda as facilidades da internet. Já há cursos teológicos na modalidade de ensino à distância, reconhecidos pelo Ministério da Educação. O aluno pode estudar sem sair de casa. Basta ter o suporte de um bom computador conectado à internet pelo sistema de banda larga.

Verdade é que se discute a qualidade do referido ensino. Muitos questionamentos são levantados, tais como, o ensino à distância é tão eficiente como o presencial? Terá o aluno a devida disciplina para cumprir suas tarefas? A falta de convivência com colegas de estudo e professores não será prejudicial à sua formação?

Mas, deixando de lado a questão da preparação, e voltando para a questão do sustento pastoral que é o assunto deste artigo, qual será o futuro desses estudantes depois de concluírem o seu curso? Como eles ou elas se sustentarão financeiramente na realização do ministério?

Estou pensando dentro do contexto batista brasileiro, com as diversidades regionais, e com o princípio da autonomia da igreja local, onde cada igreja se autoadministra, e decide sobre todas as questões administrativas, inclusive sobre os honorários pastorais.

Há igrejas de diversos tamanhos e de diversos potenciais financeiros. Há igrejas que podem dar altos honorários aos seus pastores, e há aquelas sem as mínimas condições de dar um sustento condizente ao seu obreiro.

O que fazer então? Qual a solução para o sustento de homens e mulheres que são chamados para a obra do ministério cristão e não contam com o suporte financeiro adequado de uma igreja ou instituição?

Já no meu tempo de estudante na FTBSP, 1969 a 1972, o Pr. Werner Kaschel dizia que, segundo as estatísticas, de cada dez pastores batistas no Brasil, sete teriam que fazer tendas.

Não sei quais são as estatísticas atuais, mas imagino que a realidade deve continuar a mesma, ou seja, de cada dez igrejas batistas no Brasil, somente três tem condições de dar um sustento financeiro adequado ao seu pastor.

Pergunto novamente, o que fazer então?

Creio que os pastores devem ter consciência disso, e ao assumirem o pastorado de pequenas igrejas saberem que precisam de outra fonte de sustento fora da igreja, e não ficarem querendo tirar das igrejas aquilo que elas não podem dar.

Há muitos pastores que já recebem uma modesta aposentadoria, como é o meu caso, e podem muito bem pastorear pequenas igrejas e se contentarem com aquilo que elas podem dar, mas há aqueles que não possuem aposentadoria, nem outra fonte de renda qualquer, e precisam encontrar um meio para complementação do seu sustento e de sua família.

A Bíblia ensina, e as leis brasileiras permitem, que duas ou três pessoas reunidas em nome de Jesus organizem uma igreja e escolham livremente sua liderança.

A organização de igreja, de qualquer número de membros, é bíblica e legal.

"Digno é o obreiro do seu salário", mas dentro das possibilidades das igrejas. Igrejas grandes, grandes salários. Igrejas pequenas, pequenos salários.

Concordo com a afirmação seguinte, muito conhecida no meio batista: "Quem Deus chama, Deus sustenta". Deus sustenta a todos os seus filhos. Deus cuida até dos passarinhos, mas os passarinhos precisam sair em busca do seu sustento.

Jesus Cristo ensinou que é preciso, pedir, buscar, e bater na porta. Muitos ficam só no pedir. Esquecem de buscar e bater, esquecem de "fazer tendas".

Vamos fazer tendas.

É melhor que cada igreja, mesmo pequena, seja autônoma, e tenha o seu próprio pastor, com sustento ou sem sustento, do que ser congregação de outra igreja que fica em um município distante, e que também não pode dar a devida assistência.

Temos que aceitar a realidade brasileira, que não é a mesma em todas as regiões.

Cada grupo de irmãos, ou igreja, deve se autoadministrar de acordo com suas possibilidades.

Um pastor, fazendo tendas, poderá ser uma grande bênção para sua família, sua igreja e para a comunidade onde vive. Além dos benefícios materiais, terá também os benefícios sociais e espirituais.

Deixemos de lado a ideia de que igrejas grandes, Associações e Convenções tem obrigação de ajudar igrejas pequenas.

O raciocínio é inverso, igrejas pequenas ou grandes, todas contribuindo fielmente para as Associações e Convenções, para que estas possam realizar aquilo que uma igreja só não pode fazê-lo.

Nos meus 37 anos de pastorado nunca pedi nada para Associação ou Convenção, sempre entendi que compete à igreja enviar aquilo que prometeu quando se filiou, e nunca pedir nada de volta.

Cada uma deve realizar o trabalho de acordo com suas possibilidades.

A igreja que pastoreio atualmente tinha pedido ajuda para a Associação antes de eu tomar posse. Dentro de pouco tempo, levei a igreja a dispensar a ajuda.

Continuamos a fazer a nossa parte, enviar cinco por cento das entradas para a Associação, dez por cento para a Convenção Estadual, levantar as ofertas de missões mundiais, nacionais, estaduais e regionais, e contribuir para o Lar Batista de Crianças, tudo dentro das nossas possibilidades.

Sustento pastoral no Brasil Batista, qual a solução?
 
Fazer tendas.

Muito obrigado a todos!

Adriano Pereira de Oliveira.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Deus Dirige a História

Continuo afirmando o que escrevi dia 09 de setembro de 2013:
Creio que Deus dirige a História.
Creio que Deus de vez em quando traz juízo sobre o seu povo, usando sistemas políticos para isso, como aconteceu com Israel e Judá em relação a Assíria e Babilônia.
Creio que o que está acontecendo no Brasil e em algumas outras nações pode ser entendido assim.
Creio que o povo de Deus deixou de seguir os ensinos de Jesus no sentido de dividir os bens materiais por amor.
Creio que por isso Deus está permitindo que sistemas políticos realizem aquilo que devia ter sido feito voluntariamente pelas igrejas, pelo povo de Deus.
Creio que a Bíblia ensina que devemos sempre honrar e respeitar as autoridades constituídas.
Creio também que o descalabro moral e antibíblico que estamos vendo nos últimos tempos não é responsabilidade particular de nenhum partido político, mas de um sistema mundial dirigido pelo espírito do Anticristo.
Creio que querer culpar esse ou aquele partido político em particular pelo descalabro moral é pura ingenuidade.
Creio que a Bíblia ensina que a natureza humana é depravada.
Creio que cabe ao povo de Deus vigiar, orar e participar, pois somos sal da terra e luz do mundo.
Creio que cabe também ao povo de Deus denunciar o erro, mas sempre com honestidade e respeito para com as autoridades constituídas.
Adriano Pereira de Oliveira.